Termoweb

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Termoweb conecta câmaras frias e estufas à internet. Assista a reportagem completa clicando na imagem a seguir.
Por: Sisconsig soluções ltda


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A Termoweb foi uma das 100 empresas selecionadas para a primeira jornada de aceleração de um programa pioneiro entre as federações das indústrias do Brasil. O programa acontecerá no espaço Atmosphera, um hub com investidores, aceleradoras, startups e café localizado no Bairro Vila da Serra em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte.

Os projetos selecionados abrangem setores e temas importantes para a indústria, como tecnologia da informação, saúde e segurança do trabalho, alimentos, energia, educação, vestuário, construção civil, logística e agropecuária, entre outros.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Júnior, ressaltou que o esforço feito pela federação em liderar o processo de busca de novas oportunidades pode render grandes benefícios para a economia e a indústria mineiras, como inovação disruptiva, atração de investimentos, aquisição de mercado, novas tecnologias e vantagens competitivas.

Durante 18 meses, as empresas participantes passarão por quatro etapas de aceleração e novos processos seletivos. Nesse período, serão feitos diagnósticos, encontros, checkpoints e mentorias, capacitações e mensuração de resultados. Na fase final, será promovida a expansão acelerada dos cinco projetos mais impactantes, que serão internacionalizados e terão um aumento na base de clientes.

POTENCIAL

A Termoweb leva ao FiemgLab o projeto que utiliza IOT e dados coletados de sensores para criar alertas sobre riscos diversos em empresas de vários setores. Através de um aplicativo de celular, é feito controle online das medições diárias de temperatura em ambientes que estejam entre as temperaturas de -50°C até 140°C, além de evitar perdas por queda de energia ou desvios de temperatura

O programa, resultado da parceria do Sistema Fiemg com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), Sebrae, Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Senai e Grupo BMG, abarca empresas de base tecnológica, startups e spin-offs corporativas e propõe a transformação de tecnologia em negócio, ao criar a conexão entre os universos da indústria e das startups. O processo de seleção, que durou dois meses, recebeu inscrições de 11 países.

“O Fiemg Lab reconhece o potencial de inovação oferecido pelas startups e garante oportunidades para que esses empreendedores sejam capazes de desenvolver tecnologias de alto impacto, que trarão grandes resultados para o setor industrial mineiro,” pontuou.

O gestor do programa, Fábio Veras, apontou que o alinhamento entre o atual modelo de negócios e o modelo tecnológico ultrapassa a questão da inovação. "A indústria será o setor mais rapidamente afetado pelas novas tecnologias. Isto é, o atual modelo industrial precisa abraçar a cultura das startups para continuar competitivo. Esse é o desafio e quem lidar melhor com ele terá uma grande vantagem. Daí, surge a importância desse alinhamento entre a rapidez e fluidez das startups e a solidez do setor industrial.”

Sisconsig soluções ltda 

texto original em: http://www.em.com.br

Quinta, 09 Fevereiro 2017 19:50

O FUTURO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL

O estímulo à Indústria 4.0 é elemento central da política industrial das principais potências econômicas. Trata-se da incorporação, em larga escala, de tecnologias digitais à atividade industrial. Essa medida permite a integração e o controle da produção a partir de sensores e equipamentos conectados em rede, além da fusão do mundo real com o virtual. Entre as principais tecnologias envolvidas, estão a internet das coisas, inteligência artificial, big data, a computação em nuvem, a robótica avançada, novos materiais, a impressão 3D e a manufatura híbrida.

Na Alemanha, a Indústria 4.0 é vista como determinante para assegurar a competitividade frente ao avanço de concorrentes cujas vantagens já não se baseiam só em baixos custos de mão de obra. Nos Estados Unidos, essa estratégia tem papel importante no anunciado esforço de reindustrialização. Na China, surge como oportunidade de consolidar o país entre as principais nações industrializadas.

A transição para as formas de produção que caracterizam essa nova indústria será decisiva para a competitividade da economia brasileira e para a sua maior e melhor inserção em cadeias globais de valor. Atenta a essa transformação, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) teve importantes iniciativas em 2016 com o objetivo de chamar a atenção das empresas e da sociedade para a necessidade de que o Brasil acompanhe, com urgência, esse movimento.

A primeira iniciativa foi a realização de uma pesquisa que revelou o ainda baixo nível de emprego de tecnologias digitais na nossa indústria e o profundo desconhecimento sobre o tema, tanto no governo quanto no setor privado. Felizmente, de lá para cá, o quadro começou a mudar, com um crescente engajamento de diversos órgãos do Estado e do setor privado.

A segunda ação foi a elaboração de um estudo que mapeou os desafios do Brasil para o crescimento da Indústria 4.0, organizando-os em sete eixos que precisam ser trabalhados pelos segmentos industriais e pelo Estado. O passo inicial para que esse desejo se torne realidade no País é a disseminação de sua importância para a competitividade das empresas em um prazo que, para alguns setores, pode ser relativamente curto.

Precisamos ter um plano para promover a difusão de tecnologias ao longo das cadeias produtivas. Além disso, devemos desenhar políticas que possibilitem o surgimento de fornecedores locais de bens e serviços, pois é justamente aí que estarão as grandes oportunidades de desenvolvimento tecnológico.

Na esfera regulatória, as tarefas incluem temas como cibersegurança, proteção de dados, modernização das relações trabalhistas (por exemplo, para viabilizar as tecnologias de cooperação homem-máquina) e definição de padrões convergentes com os que estão sendo estabelecidos internacionalmente. Na área de recursos humanos, a evolução tecnológica demandará novos perfis de profissionais -- precisamos nos preparar para formá-los.

Uma abordagem de sucesso para a Indústria 4.0 exige compreender, ainda, a forma como a produção industrial e os serviços vêm interagindo nas indústrias mais dinâmicas. Em grande medida, a criação de tecnologias estará em áreas como softwares e integração de sistemas. Essa é uma boa notícia, pois temos competência instalada e as barreiras à entrada são relativamente menores. As medidas de fomento às startups também têm um papel importante.

Um aspecto fundamental dessa agenda envolve a articulação dos diferentes órgãos do Estado, pois a Indústria 4.0 é apenas um dos exemplos de aplicação de tecnologias digitais para a superação de grandes desafios nacionais, como o aumento da produtividade industrial. Outros exemplos incluem a melhora da mobilidade urbana, a implantação de redes elétricas inteligentes para aumentar a eficiência energética e a expansão do acesso a tratamentos médicos, por meio da inteligência artificial e de tecnologias de saúde à distância.

Soluções para essas áreas envolvem o mesmo tipo de tecnologia, mas costumam ser gerenciadas de forma isolada, por uma multiplicidade de órgãos da administração pública. Uma abordagem estatal coordenada incentivaria o aperfeiçoamento tecnológico e produtivo, permitindo a combinação de diversos instrumentos de política industrial: crédito, subvenções, poder de compra do Estado, regulação setorial e encomendas tecnológicas. O Brasil precisa agir rapidamente para fortalecer essa nova indústria. 

FONTE : http://www.campograndenews.com.br/artigos/o-futuro-da-producao-industrial

internet das coisas

 

Esse é um dos termos mais recorrentes dos últimos tempos, mas precisamos admitir que não é tão simples assim de entender essa tal de Internet das Coisas, ou no original: Internet of Things (IoT). Até pouco tempo atrás, a internet era algo que utilizávamos quando sentávamos na frente de um computador, conseguíamos ler notícias, estudar e enviar e-mails. Anos depois, é uma rede que está conosco o tempo todo: se tornou parte integral das nossas vidas. A IoT pega essa rede e a integra com uma grande variedade de dispositivos, estamos falando aqui de máquinas industriais, dispositivos domésticos e até carros. É a computação facilitando a sua vida, enquanto você fica livre para fazer outras coisas.

internet das coisas 

 

Como assim?

Imagine a seguinte situação: você está saindo do seu trabalho rumo a sua casa. O GPS do seu carro, interligado com a central inteligente da sua casa – que por sinal está ligado à sua geladeira, faz a leitura da sua atividade, do seu trajeto. A central inteligente faz uma rápida leitura da geladeira e já sinaliza: falta leite. Uma mensagem é enviada para o seu telefone, o que faz com que você vá até um supermercado comprar o leite.

Outro exemplo: você é o tipo de pessoa que gosta de se exercitar, seja na academia ou ao ar livre. Você utiliza uma pulseira que faz a leitura das suas atividades 24h por dia, e ela sabe o horário que você mais gosta de correr e quando gosta de correr. Se você fica sem correr por dois dias, ela te avisa que a temperatura está boa para uma corrida. Se você teve um dia muito movimentado, ela avisa que você precisa descansar. Conectada a central da sua casa, a pulseira envia um sinal ao termostato avisando que você está chegando de uma longa corrida e que será mais agradável abaixar a temperatura um pouco.

Estamos falando aqui de dispositivos, não apenas computadores e telefones, mas objetos e aparelhos do dia a dia, interligados entre si e todos conectados à internet para proporcionar esse tipo de experiência.

Quando surgiu?

O termo em si nasceu em 1999, quando Kevin Ashton (MIT) escreveu um artigo chamado “As coisas da internet das coisas”. Segundo ele, a falta de tempo das pessoas abre portas para que ferramentas sejam criadas para fazer coisas que, de fato, não necessitam ser feitas por pessoas. Podem ser substituídas por dispositivos. Dispositivos esses que conversando por diferentes protocolos dentro da mesma rede, conseguem nos acompanhar, ler nossas atividades, gerar informação e a partir daí nos auxiliar no dia a dia.

Aplicações

internet das coisas marketing 

Com dispositivos colhendo informações de uma pessoa dentro da sua casa, no seu carro, fazendo a leitura do seu corpo durante atividades física, tudo isso é conteúdo. Tudo isso é informação, o tipo de informação que empresas de marketing precisam para enviar publicidade mais direcionada. Basta lembrar que o usuário gera conteúdo ao visitar um site de compras e que, logo depois, esse usuário começa a receber notificações sobre o produto que viu.

Meio Ambiente

internet das coisas monitoramento 

Quem não se lembra de assistir documentários onde cientistas colocam microchips em animais de forma a monitora-los? Com o mesmo conceito é possível monitorar água, vegetação, dentre outros. Tudo é informação coletada sem a necessidade de um exército de especialistas. Alguns poucos conseguem executar a atividade.

 Transporte

cidades inteligentes 

Os sinais de transito inteligentes são apenas um exemplo. Imagine o centro de uma metrópole onde o sistema de semáforos se adapta a demanda sem o auxílio de pessoas. Cada sinal assiste a sua rua e, dentro do sistema, trabalha para o fluxo de veículos flua de maneira eficiente. Assim que houver uma integração entre os carros e as próprias ruas e estradas, não precisaremos mais colocar as mãos no volante. Carros do Google e da Tesla Motors já utilizam GPS e um preciso sistema de câmeras para levar o motorista onde ele quiser, sem precisar dirigir.

Manufatura

internet das coisas 

Em tempos de compras online, imagine uma grande loja virtual com milhares de produtos à venda. Quando o estoque de algum item começa a cair, imediatamente é enviado um sinal para o fabricante, solicitando o envio de mais unidades. A produção pode ser feita sob demanda.

 

internet das coisas medicina 

Saúde

Da mesma forma que os dispositivos que monitoram atividades físicas, aparelhos que fazem leitura de pressão sanguínea e monitoramento cardíacos, por exemplo, podem estar conectados com hospitais ou empresas de plano de saúde. O acompanhamento não é mais feito apenas pela pessoa, pois o sistema pode aviar ao próprio hospital sobre a condição do paciente.

casa inteligente 

Automação residencial

Como o exemplo que utilizamos acima. Com um sistema de automação, os seus eletrodomésticos conversam entre si. A temperatura da casa pode aumentar ou diminuir, a água da banheira pode começar a esquentar assim que o sistema souber que o seu carro está saindo do trabalho. Não apenas o telefone, mas a sua casa também vai ficar inteligente.

Segurança

Por se tratar de informação trafegando em grandes quantidades, muito se pensa a respeito da tecnologia envolvida para proteger essas informações. Da mesma forma que informações bancárias precisam de segurança, é necessário questionar o sigilo quando dados pessoais de centenas de milhares de pessoas são colhidos por dispositivos e armazenados em servidores.

futuro internet das coisas 

Futuro da Internet das Coisas

Não vamos falar sobre previsões do futuro, mas já adiantamos que o grande desafio da Internet das Coisas é trazer acesso a essas tecnologias para o grande público. Várias empresas de tecnologia, entre elas Intel, Samsung, e Dell estão empenhadas em tecnologias e ideias. Consórcios compostos por empresas de tecnologia, como o Allseem Alliance (que possuem LG, Panasonic, D-Link, Qualcomm e Microsoft como membros) estão sendo formados com o mesmo objetivo.

O que o futuro próximo guarda para o nosso dia a dia? Como será o nosso dia a dia, o nosso ambiente de trabalho? Uma coisa é certa, seremos muito mais produtivos, ao mesmo tempo em que teremos mais tempo livre. E você? Já utiliza algum aparelho ou dispositivo que se enquadra na Internet das coisas? Aproveite e conte nos comentários sobre a sua experiência.

Fonte :http://portaltelemedicina.com.br/internet-das-coisas/

Apesar da crise econômica brasileira, dados de 2015 da consultoria IMS Health revelam que os fabricantes de medicamentos registraram um crescimento de 11,4% nas vendas diretas para as redes de farmácia. Com um extenso mercado, novos nichos de atuação para oprofissional de farmácia têm surgido, como a qualificação de equipamentos e ambientes nas atividades de armazenagem, distribuição e transporte de medicamentos e insumos farmacêuticos para garantir que o produto mantenha todas as suas características, assegurando, assim, a qualidade e eficácia.

A farmacêutica Nathália Lima, Analista Técnica do laboratório de ensaios térmicos Valida, do Grupo Polar, maior fabricante do País no segmento de produtos refrigerantes para transporte de insumos que requerem tempo e temperatura controlados, explica que a principal função do profissional nessa atividade é garantir que os processos operacionais estejam dentro das normas de qualidade e das Boas Práticas de Fabricação previstas em legislação. Uma vez que uma das recomendações mais importantes quanto aos cuidados de armazenagem e manuseio dos produtos farmacêuticos é seguir as especificações do fabricante para sua conservação, pois estas são baseadas em estudos de estabilidade do produto e em suas alterações físicas, químicas e microbiológicas quando expostas a determinadas condições.

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A garantia de toda estabilidade de um produto depende de fatores ambientas, tais como temperatura, umidade e luz

“A garantia de toda estabilidade de um produto depende de fatores ambientas, tais como temperatura, umidade e luz. Galpões e armazéns são ambientes de armazenamento de diversos produtos que possam ser armazenados em temperatura ambiente entre 15ºC e 30°C, porém estes mesmos produtos requerem cuidados em sua temperatura e umidade, pois é sabido que alguns locais dentro destes ambientes podem sofrer variações de temperatura atingindo temperaturas superiores a 40°C. Por isso, a atuação do profissional farmacêutico em umaqualificação de ambiente é de significativa importância, pois é este profissional juntamente com a equipe especializada neste tipo de serviço que irão aprovar se este ambiente atende os requisitos propostos avaliando a necessidade de mudanças nas instalações e controladores de temperatura, até mesmo isolamento de áreas de armazenagem”, esclarece Nathália.

A especialista explica ainda que os equipamentos que armazenam produtos com temperatura entre 2ºC e 8°C devem receber o mesmo cuidado e atenção para que cumpram e operem com as especificações de fabricação e todos os pontos deste equipamento sejam altamente confiáveis. “Qualificação é um assunto muito novo, tanto para a indústria quanto para os órgãos reguladores e, justamente por isso, o espaço de atuação é promissor. Já existem cursos intensivos e de pós-graduação com matérias específicas para a qualificação de transporte

Quinta, 17 Dezembro 2015 11:28

Transporte de medicamentos termolábeis

Seguir as Boas Práticas de Transporte é fundamental em todo o processo logístico, para que seja garantida a segurança e qualidade dos medicamentos.

Medicamentos termolábeis são produtos sensíveis a condições extremas de temperatura cuja exposição a essas condições pode danificar suas propriedades farmacológicas, e logo seu efeito desejado. Enquadram-se nesse grupo os medicamentos utilizados na prevenção e curas de doenças crônicas como vacinas, oncológicos, insulinas, entre outros. A etapa logística de armazenagem e transporte de medicamentos termolábeis deve ser rigorosamente monitorada e seguir o sistema de gestão da qualidade definido pelas Boas Práticas de Transporte. O monitoramento da carga termolábil precisa ser realizado pelo farmacêutico em conjunto com os funcionários da operação para garantir que a estabilidade dos medicamentos e o controle das Boas Práticas de Fabricação sejam realizados anteriormente à entrega do medicamento ao usuário final.

Desde o século passado, percebe-se, em todas as situações, uma importante evolução no conceito de qualidade, particularmente, diante das exigências dos clientes. Em consequência disso, o "melhorar continuamente os processos" passou a ser meta e conduta de toda instituição ou organização. Nos laboratórios clínicos, isso não foi diferente. Em face dessas exigências, a melhoria da qualidade do produto oferecido (resultado de exames) e seu controle foram as consequências naturais desse processo.

Controle e registro da temperatura do ambiente (22 | 2ºC)
Equipamentos qualificados, suficientes, de acordo com o uso pretendido e de uso
exclusivo para o armazenamento de hemocomponentes e/ou hemoderivados.

A sabedoria pertence mesmo aos mais velhos. Que o digam os chineses que há 4 mil anos já adotavam a máxima de comer como um rei pela manhã, um príncipe à tarde e um mendigo à noite. Também nossos avós, que cultivavam o hábito ­ nutricionalmente correto ­ de deixar os grãos (feijão, soja, ervilha, lentilha) de molho de um dia para o outro (cerca de 12 horas) e depois jogar a água fora.

O Centro de Informação Sobre Medicamentos do CRF-PR elaborou e disponibilizou para consulta duas publicações de interesse farmacêutico.

 

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